segunda-feira, 24 de novembro de 2008

FUVEST - 1ª fase

"Vaga nossa que está na universidade, azarado seja o nosso concorrente. Seja correta a nossa resposta, assim na certeza como no chute. O Anglo nosso de cada dia que pagamos até hoje, justificai as nossas despesas, assim como nós justificamos as perguntas dissertativas. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do pau. VADIAAAAAAAA!"

Depois de orar, fomos ao que interessava.

E o que interessa agora é que graças aos 52 pontos na FUVEST e aos 50 no ENEM, eu posso dar adeusinho às exatas.

e gritar:

CHUPA FUVEST!!! PASSEI PELA PRIMEIRA FASE!!!!!

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Eutimia

... nem tudo tanto faz.
E esta roda incessante
-nem triste, nem contente-
acaba findando com um "mas"...

[Escrito em algum lugar desse ano, provavelmente no mesmo lugar anteriormente citado.]

Alien.ação

Acho que perdi o direito de sentir algumas coisas.

Perdi em algum lugar desse ano. E provavelmente não vou conseguir "voltar no tempo" pra tentar encontrar. Não por falta de vontade, mas sim por falta de possibilidade.

Já se sentiu um ser amorfo, uma reles cópia do universo que te rodeia? Um boneco jogado à vontade pra quem tiver vontade de manipular a seu bel-prazer?

Eu sinto isso. Senti agora mais forte de novo. Senti que não tenho mais o direito de sentir nojo ou desânimo ou qualquer tipo de ação contestatória. Senti que tenho que me atrelar aos fatos puros e crus, e daí tirar conclusões que não sejam precipitadas. Pensar no que eu quero sentir e ver se é adequado ao momento.

Eu tava com uma frase da Janis Joplin na cabeça:
Freedom's just another word for nothing left to lose. Me veio outra depois: Ser livre é poder escolher em qual jaula vc quer viver.

E agora sinto que até esse poder me foi arrancado das mãos. Porque até a anarquia que predominava no meu cérebro sofreu um golpe de estado e agora o que predomina é um regime ditatorial outorgado por mãos invisíveis que se fazem mais presentes do que nunca...


quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Fanthomes

Tou numa fase egoísta.

Não questionem o que eu faço. 
Não tentem tirar o que é meu. Não me chamem pra sair. Não condenem as minhas escolhas. Não me digam o que eu tenho que fazer. Se já disseram, não repitam, a menos que eu peça.

Tou me virando sozinha e aprendi mais assim do que pedindo ajuda. Deixem como está.



Estou estudando muito e trabalhando muito também. Essa foi a minha escolha.


domingo, 14 de setembro de 2008

Privacidade?

Eu nem sou fã da Sandy, acho ela bonita e talentosa e tals, ela faz a mesma faculdade que eu quero fazer (Letras), e o meu "interesse" pára por aí.

Mas o estardalhaço em cima do casamento dela foi ridículo. Por ela ser uma cantora famosa, o povo queria se enfiar dentro da cerimônia a qualquer custo. Teve uma atriz esses dias que casou, e a imprensa estava toda lá. Tudo bem, isso é uma escolha do artista, abrir esse tipo de coisa pra imprensa, divulgar... como também é uma escolha fazer uma coisa privada, pra família. Daí a menina decidiu, junto com o noivo, manter a discrição que sempre teve a vida inteira. E todo mundo cai de pau em cima. Porque, por ser "pessoa pública"(???), o mundo inteiro devia saber da vida dela. Credo... O direito à privacidade já era, todo mundo quer saber da vida de todo mundo... O que vai mudar na vida de alguém saber como foi o casamento? Casamento não é tudo igual? "Você aceita Fulano, etc, etc...", "Eu aceito"... e blablabla...

É muita falta do que fazer, ficar comentando da vida dos outros desse jeito. Das eleições ninguém quer saber, né? Mas ficar fuxicando em cima do que os artistas fazem...


Em tempo: ninguém me vê aqui onde eu moro, pq eu trabalho o dia inteiro e estudo à noite. Daí quando alguém encontra a minha mãe, a primeira pergunta que faz é "E aí, a Elise já casou?"... Como se essa fosse a notícia do ano, saber que alguém casou...